Fourth day – Quarto dia

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Once again I was sprinting, just like in mountain bike high competition, and Bárbara was also giving her best on the back of the bike, meanwhile the GPS insisted on the 6 to 8 km/h. What helped us going up this road were the small and delicious figs we had from an old and abandoned fig tree on the side of the road, sad we had to leave so many there. After going up for so long, we finally started going down and stopped in the Albergue in Rabaçal to stamp our pilgrim’s credential where we were welcomed with great hospitality. Once this was not our final destination for the day, we did only a short visit and talked for a while about our project.

We would have arrived in Coimbra, however Bárbara had never visited Conímbriga, and since we were so close, we decided to visit. In addition, when our friend Sara knew we were there, and because she lives close by, she soon joined us in visiting the museum. In Conímbriga, where there is the monographic museum and the roman ruins, we were kindly welcomed to visit the amazing historical centre of the roman times. Conímbriga is an historical attraction that shouldn’t be missed and that we highly recommend, you can find more on the website http://www.conimbriga.gov.pt/index_en.html

The day couldn’t end better. While we were getting to the albergue, Sara cooked a delicious pie full of organic ingredients that we shared with the two other pilgrims that spent the night there. Suzanne, a young lady from Canada that decided to sell her house and travel for as long as she wants and Helder, that was Portuguese and was walking on the opposite way from us, on his way to Fatima.

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Mais uma vez pedalava de pé, assim como na alta competição de montanha, a Bárbara também ia atrás a dar o seu melhor, no entanto o GPS lá teimava em anunciar os 6 a 8 km/h. Valeram-nos, uns quilómetros antes desta valente subida, os cerca de 400grs de pequenos e deliciosos figos pretos oferecidos gentilmente pela velha figueira abandonada à beira da estrada, pena foram todos os figos que lá ficaram a cair para o chão. Já em modo de descida, parámos no Albergue do Rabaçal para carimbar a nossa credencial de peregrinos onde fomos recebidos com muita hospitalidade. Uma vez que não era o nosso destino final, fizemos apenas uma pequena visita e falámos um pouco do nosso projeto.

Teríamos chegado a Coimbra, mas a Bárbara nunca tinha visitado Conímbriga que estava mesmo ali, além disso a nossa amiga Sara assim que soube que estávamos perto da sua terra não tardou em vir ter connosco. Em Conímbriga, onde se podem encontrar o Museu Monográfico e as ruínas romanas, fomos recebidos com uma enorme gentileza e convidados a visitar todo aquele fabuloso centro histórico do tempo romano. Conímbriga é uma atração histórica a não perder e que recomendamos vivamente. Para mais informações podem visitar o website: http://www.conimbriga.gov.pt

O dia não podia terminar da melhor forma, a Sara enquanto nós chegávamos ao albergue onde ficámos, cozinhou uma deliciosa quiche com ingredientes biológicos que acabámos por devorar e partilhar com outros dois peregrinos com quem ali nos encontrámos. A Suzanne, uma jovem senhora do Canadá que lá terá decidido vender a sua casa para viajar durante tempo indeterminado e o Helder que é de Elvas e estava em sentido contrário a caminho de Fátima.

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