24th Day – 24 Dia

bandeira portugal

Seis da manhã! Houve uma espécie de alvorada…nos conventos é assim! Saímos de Markina com a roupa molhada do dia anterior colocada no lado de fora do reboque. Há sempre uma espécie de preocupação quando no dia anterior não temos possibilidade de lavar e secar uma das duas únicas roupas de pilotos de tandem. Foi um dia fabuloso! Limpo, sem vento e com sol delicioso, ao contrário de todos os dias anteriores nem houve muitas subidas agrestes. Chegados a Zumaia, esta também ficou na memória, não só por ser mais uma tranquila e encantadora cidade atravessada por um braço de mar mas também porque é a cidade da nossa amiga Amaia. Passámos a ponte de madeira que dava para o porto e decidimos comer alguma coisa mesmo ali no jardim enquanto desfrutávamos daquela vista fabulosa de entrada para o mar. Misturavam-se os coloridos dos barcos parados no porto, o espelhado da água tranquila azul do mar e os verdes carregados das margens escarpadas onde as casas se entremeavam…encantador!

A chegada a Orio foi por cima da ponte que leva à parte velha da cidade. Mais uma vez estamos ao nível do mar, este facto tem quase sempre duas implicaçõe: uma é a satisfação de termos descido até ali, muitas vezes com o conta-quilómetros a surpreender-nos e com as paisagens de aproximação ao mar tão especiais, outra é a de que para sairmos dali vamos ter de subir de certeza. Mas a subida começou ainda na nossa chegada! O albergue da Rosa está bem no cimo da colina, um pouco antes da capela de Saint Martin. Para lá chegarmos iniciámos pela íngreme e estreita rua junto à antiga igreja de San Nicolás. Não tem trânsito e é ladeada de altas e antigas casas de pedra, o que nos fez regressar à idade média. Chegados ao albergue fomos recebidos pela sua proprietária, a Rosa! No mesmo instante percebemos que, mais uma vez, estávamos no meio de gente simpática e acolhedora. Sempre que precisávamos de alguma coisa era-nos dirigida uma espontânea expressão espanhola que sabia tão bem ouvir:  “…que precisas, Cariño!?…sim, cariño!!”

A vista a partir do albergue é soberba. Rodeados de vegetação verde, com a ria lá em baixo e as montanhas esbatidas em tons de cinzento no horizonte. Muito bom!!

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inglaterra bandera

6 am!!! We were awake with someone saying that it was time to wake up… I guess that’s how they do it in the monastery! We left Markina with the clothes from the day before, all wet from the rain, on top of the trailer. We are always worried when we don’t have the chance to wash and dry at least once of the two outfits we have in the end of the day. It was a great day! Quiet, not windy and sunny, and contrary to the days before, there were not even big up hills. Arriving to Zumaia, this city wil for sure stay in our memory, not only because it is another beautiful city with an arm of the sea dividing it, but also because it is our friend Amaia’s city. We crossed the wooden bridge that lead us to the port and decided to eat in the garden where we had a view to the sea. We could see the mix of colours from the boats on the port, the blue from the mirror of water and the green from the cliffs where we could see some houses almost hidden… amazing!

We arrived to Orio through the bridge that leads us to the old part of the city. Once again we are on the sea level, which means two different things: one, the satisfaction of going down the hills, sometimes with the gps telling us how fast we are going and with astonishing views of the land finishing and the sea beginning; the other one, knowing that to leave we will have to go up for sure. This time however, we had to go up right when we arrived! Rosa’s pilgrims hostel is located high on top of the hill, just some meters before Saint Martin’s Chapel. To get there, we started by going up the steep and narrow road next to San Nicolás Church. Cars are not allowed and it has tall and old houses on both sides, what made us feel like we were in some medieval village. When we arrived to the hostel we were welcomed by the owner, Rosa! Right in that moment we realized we were in the middle of kind and welcoming people. Anytime we needed something we would hear a spontaneous Spanish expression that was so good to hear: “What do you need Cariño (my love)!?”

The view from the hostel is stunning. With green vegetation all around it, the river down the hill and the mountains in the horizon… So good!!

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